terça-feira, 4 de outubro de 2011

Conhecimento

Conhecimento é o ato ou efeito de abstrair ideia ou noção de alguma coisa, como por exemplo: conhecimento das leis; conhecimento de um fato (obter informação); conhecimento de um documento; termo de recibo ou nota em que se declara o aceite de um produto ou serviço; saber, instrução ou cabedal científico (homem com grande conhecimento).
O tema "conhecimento" inclui, mas não está limitado a, descrições, hipóteses, conceitos, teorias, princípios e procedimentos que são ou úteis ou verdadeiros. O estudo do conhecimento é a gnoseologia. Hoje existem vários conceitos para esta palavra e é de ampla compreensão que conhecimento é aquilo que se sabe de algo ou alguém. Isso em um conceito menos específico. Contudo, para falar deste tema é indispensável abordar dado e informação.
Dado é um emaranhado de códigos decifráveis ou não. O alfabeto russo, por exemplo, para leigos no idioma, é simplesmente um emaranhado de códigos sem nenhum significado especifico. Algumas letras são simplesmente alguns números invertidos e mais nada. Porém, quando estes códigos até então indecifráveis, passam a ter um significado próprio para aquele que os observa, estabelecendo um processo comunicativo, obtém-se uma informação a partir da decodificação destes dados. Diante disso, podemos até dizer que dado não é somente códigos agrupados, mas também uma base ou uma fonte de absorção de informações. Então, informação seria aquilo que se tem através da decodificação de dados, não podendo existir sem um processo de comunicação. Essas informações adquiridas servem de base para a construção do conhecimento. Segundo esta afirmação, o conhecimento deriva das informações absorvidas.Se constrói conhecimentos nas interações com outras pessoas, com o meio físico e natural. Podemos conceituar conhecimento da seguinte maneira: conhecimento é aquilo que se admite a partir da captação sensitiva sendo assim acumulável a mente humana. Ou seja, é aquilo que o homem absorve de alguma maneira, através de informações que de alguma forma lhe são apresentadas, para um determinado fim ou não. O conhecimento distingue-se da mera informação porque está associado a uma intencionalidade. Tanto o conhecimento como a informação consistem de declarações verdadeiras, mas o conhecimento pode ser considerado informação com um propósito ou uma utilidade.

A definição clássica de conhecimento, originada em Platão, diz que ele consiste de crença verdadeira e justificada.
O conhecimento não pode ser inserido num computador por meio de uma representação, pois neste caso seria reduzido a uma informação. Assim, neste sentido, é absolutamente equivocado falar-se de uma "base de conhecimento" num computador. No máximo, podemos ter uma "base de informação", mas se é possível processá-la no computador e transformar o seu conteúdo, e não apenas a forma, o que nós temos de fato é uma tradicional base de dados.
Associamos informação à semântica. Conhecimento está associado com pragmática, isto é, relaciona-se com alguma coisa existente no "mundo real" do qual temos uma experiência direta.
O conhecimento pode ainda ser aprendido como um processo ou como um produto. Quando nos referimos a uma acumulação de teorias, ideias e conceitos o conhecimento surge como um produto resultante dessas aprendizagens, mas como todo produto é indissociável de um processo, podemos então olhar o conhecimento como uma atividade intelectual através da qual é feita a apreensão de algo exterior à pessoa.
A definição clássica de conhecimento, originada em Platão, diz que ele consiste de crença verdadeira e justificada. Aristóteles divide o conhecimento em três áreas: científica, prática e técnica.
Além dos conceitos aristotélico e platônico, o conhecimento pode ser classificado em uma série de designações/categorias:
Conhecimento sensorial: É o conhecimento comum entre seres humanos e animais. Obtido a partir de nossas experiências sensitivas e fisiológicas (tato, visão, olfato, audição e paladar).
Conhecimento intelectual: Esta categoria é exclusiva ao ser humano; trata-se de um raciocínio mais elaborado do que a mera comunicação entre corpo e ambiente. Aqui já pressupõe-se um pensamento, uma lógica.
Conhecimento vulgar/popular: É a forma de conhecimento do tradicional (hereditário), da cultura, do senso comum, sem compromisso com uma apuração ou análise metodológica. Não pressupõe reflexão, é uma forma de apreensão passiva, acrítica e que, além de subjetiva, é superficial.
Conhecimento científico: Preza pela apuração e constatação. Busca por leis e sistemas, no intuito de explicar de modo racional aquilo que se está observando. Não se contenta com explicações sem provas concretas; seus alicerces estão na metodologia e na racionalidade. Análises são fundamentais no processo de construção e síntese que o permeia, isso, aliado às suas demais características, faz do conhecimento científico quase uma antítese do popular.
Conhecimento filosófico: Mais ligado à construção de ideias e conceitos. Busca as verdades do mundo por meio da indagação e do debate; do filosofar. Portanto, de certo modo assemelha-se ao conhecimento científico - por valer-se de uma metodologia experimental -, mas dele distancia-se por tratar de questões imensuráveis, metafísicas. A partir da razão do homem, o conhecimento filosófico prioriza seu olhar sobre a condição humana.
Conhecimento teológico: Conhecimento adquirido a partir da fé teológica, é fruto da revelação da divindade. A finalidade do teólogo é provar a existência de Deus e que os textos bíblicos foram escritos mediante inspiração Divina, devendo por isso ser realmente aceitos como verdades absolutas e incontestáveis. A fé pode basear-se em experiências espirituais, históricas, arqueológicas e coletivas que lhe dão sustentação.
Conhecimento intuitivo: Inato ao ser humano, o conhecimento intuitivo diz respeito à subjetividade. Às nossas percepções do mundo exterior e à racionalidade humana. Manifesta-se de maneira concreta quando, por exemplo, tem-se uma epifania.
1.Intuição sensorial/empírica: “A intuição empírica é o conhecimento direto e imediato das qualidades sensíveis do objeto externo: cores, sabores, odores, paladares, texturas, dimensões, distâncias. É também o conhecimento direto e imediato de estados internos ou mentais: lembranças, desejos, sentimentos, imagens.” (in: Convite à Filosofia; CHAUÍ, Marilena).
2.Intuição intelectual: A intuição com uma base racional. A partir da intuição sensorial você percebe o odor da margarida e o da rosa. A partir da intuição intelectual você percebe imediatamente que são diferentes. Não é necessário demonstrar que a “parte não é maior que o todo”, é a lógica em seu estado mais puro; a razão que se compreende de maneira imediata.

O conhecimento científico


Francis Bacon, "O conhecimento é poder".
O desenvolvimento do método científico deu um contributo significativo para a nossa compreensão do conhecimento. Para ser considerado científico, um método inquisitivo deve ser baseado na coleta de provas observáveis, empíricas e mensuráveis sujeitas aos princípios específicos do raciocínio.[1] O método científico consiste na coleta de dados através de observação e experimentação, bem como na formulação e teste de hipóteses.[2] A ciência e a natureza do conhecimento científico também se tornaram objeto de estudo da filosofia. Como a própria ciência tem desenvolvido, o conhecimento desenvolveu um amplo uso que sido desenvolvido no âmbito da biologia / psicologia - discutido em outro lugar como meta-epistemologia ou epistemologia genética, e em certa medida, relacionadas com a "teoria do desenvolvimento cognitivo".
Note-se que "epistemologia" é o estudo de conhecimento e de como ele é adquirido. A ciência é "o processo usado todos os dias para completar os pensamentos logicamente através de inferência de fatos determinados por experimentos calculados." Sir Francis Bacon, crítico do desenvolvimento histórico do método científico, escreveu obras que estabeleceram e popularizaram uma metodologia indutiva para a pesquisa científica. Seu famoso aforismo "conhecimento é poder" é encontrado nas Meditações Sacras (1597).

Engenheiros do Hawai: Selecão de musicas, algumas frases.

"Os ventos às vezes erram a direção"

"Se fosse fácil achar o caminho das pedras
 Tantas pedras no caminho não seria ruim"

"Somos quem podemos ser/ Sonhos o que podemos ter"

"A gente fica achando que é o máximo
 Liberdade pra escolher a cor da embalagem"

"Na verdade nada/ É uma palavra esperando tradução"

"O que nos trouxe até aqui, medo ou coragem?"

"Selva a gente se acostuma a muito pouco
A gente fica achando que é demais
Quando chega em casa do trabalho quase vivo"

"A gente fica achando que é normal
Entrar na fila comprar ingresso pra levar porrada"

"A gente fica achando que é o máximo
Se o cara mente mas tem cara de honesto"

"A gente fica achando que é demais
 Um pouco de silêncio e um copo de água pura"

"A gente fica achando que é o normal
Finge que não vê,diz que não foi nada e leva mais porrada"

"Super-homem não supera a superfície"

"Se queres paz, te prepara para a guerra"

"O tempo nos faz esquecer o que nos trouxe até aqui"

"A juventude é uma banda/ Numa propaganda de refrigerantes"

"Nós dançamos no silêncio" E "choramos no carnaval"

"Nós morremos de rir no horário eleitoral"

"Diga a verdade, doa a quem doer"

"Doe sangue"

"O fogo ilumina muito, por muito pouco tempo"

"Seria mais fácil fazer como todo mundo faz
O caminho mais curto, produto que rende mais"

"Seria mais fácil, como todo mundo faz
 O milésimo gol sentado na mesa de um bar"

"Por mais que a gente cresça,
 Há sempre alguma coisa que a gente não consegue entender"

"Toda vez que falta luz, o invisível nos salta aos olhos"

Para o teu desenvolvimento Pessoal

"Ninguém nasce odiando outra pessoa pela cor de sua pele, por sua origem ou ainda por sua religião. Para odiar, as pessoas precisam aprender, e se podem aprender a odiar, podem ser ensinadas a amar."

Nelson Mandela.

Cicatrizes, Deus.

Num dia caloroso de verão no sul da Florida, um garoto decidiu ir nadar no lago atrás de sua casa.

Saiu correndo pela porta traseira, se jogou na água e ficou nadando feliz.
Sua mãe desde a casa olhava pela janela, e viu com horror o que estava acontecendo. Em seguida correu atrás de seu filho gritando o mais forte que podia.Ouvindo a mãe, o menino se tocou, olhou e foi nadando ate ela. Porém era tarde, muito tarde.

A mãe conseguiu agarrar o menino pelos braços,justo quando o animal agarrava suas pernas. A mulher lutava determinada, com toda a força do seu coração.

O crocodilo era mais forte, mas a mãe era muito mais apaixonada e seu amor não a abandonava.Um senhor que escutou os gritos correu para o lugar com uma pistola e matou o crocodilo.O menino sobreviveu e, ainda que suas pernas tenham sofrido bastante, ele pôde voltar a caminhar.

Quando saiu do trauma, um enfermeiro lhe perguntou se ele queria mostrar as cicatrizes das suas pernas. O menino levantou o lençol e mostrou ao rapaz. Então, com grande orgulho e arregaçando as mangas ele disse: “Mas as que você deve ver são estas".Eram as marcas das unhas da sua mãe que haviam pressionado  com força sua pele.“As tenho porque mamãe não me soltou e salvou minha vida".

Nunca se esqueça que se alguma vez doeu tua alma, foi porque Deus te agarrou bem forte para que não caísse.